Nesta sexta-feira (14/05), “Viver a Vida” finalmente chegou ao fim. O autor Manoel não viveu um bom momento. A trama dirigida por Jayme Monjardim se junta a “Esperança” na lista das piores novelas das nove da década.
“Viver a Vida” tinha uma boa proposta ao levantar a questão da superação. A personagem Luciana, vivida brilhantemente por Alline Moraes, foi uma das poucas bem construídas na história. Ela teve um início, meio e fim digno de uma protagonista. Apesar disso, o momento chave da história quando ela sofre o acidente na Jordânia trouxe um clima dramático e pesado além da conta.
Por isso, o autor tentou suavizar a novela com as frágeis histórias paralelas que não irrigaram a história central. O núcleo de Betina, Gustavo, Malu e companhia se transformou em um reino da “Cornolândia”. Bobagem pura.
O último capítulo trouxe a marca de Manoel Carlos que desapareceu em “Viver a Vida”. Os momentos finais da trama foram um dos poucos momentos realmente marcantes da novela que não deixará saudade. O desfecho emocionante com o depoimento de João Carlos Martins e a cena onde todo elenco reunido presenciou a sua performance na Orquestra foi bem bolado, adequado e dirigido. TV é emoção.
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