A diversidade de personagens que interpretou é motivo de orgulho de Sérgio Menezes. Em seus 10 anos de tevê, o ator fez papéis de escritor, escravo, fotógrafo, médico e pescador. Mas é na pele do pernóstico diretor de arte Diogo, de
Bela, a Feia, que ele considera encarar seu personagem mais complexo. “Nunca quis ficar marcado e tive sorte de conseguir papéis diversificados. O Diogo coroou essa multiplicidade por ter um perfil muito peculiar. Ele me permite mostrar uma nova face como ator”, empolga-se.
Para viver o afetado diretor, Sérgio teve de emagrecer 10 kg e buscou referências em filmes e produtores de moda famosos. O ator se diz surpreso com a reação das pessoas nas ruas, que, segundo ele, costumam dar mais importância à arrogância do personagem do que às dúvidas sobre sua sexualidade. “A novela não explicita a opção sexual dele e acho interessante o público não se prender a isso. A atenção das pessoas está mais voltada para o caráter do que para a sexualidade”, afirma.
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